- mas, e aí?? o que vc quer?
- quero te ver todos os dias.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
pequeno diálogo bem grandão.
relacionamentos.
todo mundo tem que ler
umas vinte vezes
http://www.assimfaloudenardi.com/2009/11/0-false-18-pt-18-pt-0-0-false-false.html
por Daniel De Nardi.
umas vinte vezes
http://www.assimfaloudenardi.com/2009/11/0-false-18-pt-18-pt-0-0-false-false.html
por Daniel De Nardi.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
nham, nham.
bolachinhas
quadradinhas
gostosinhas
de maisena
da vovó
quadradinhas
gostosinhas
de maisena
da vovó
garopaba, de novo.
fui.
preciso resolver uns problemas na praia.
preciso resolver uns problemas na praia.
sobre ter razão.
Tenho prazer em ser vencido
quando quem me vence é a razão,
seja quem for seu procurador.
Fernando Pessoa
eu espero.
eu sempre digo que o tempo não para
e essa coisa toda
de fazer acontecer
mas eu também espero
(ou estou aprendendo a esperar)
e vou esperar muito
o tempo que for
sem doer
grande promessa
uma pessoa incrível
que eu quero ter de volta por perto
e essa coisa toda
de fazer acontecer
mas eu também espero
(ou estou aprendendo a esperar)
e vou esperar muito
o tempo que for
sem doer
grande promessa
uma pessoa incrível
que eu quero ter de volta por perto
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
um, dois, ...
O maestro
O malandro
O poeta
O malandro
O poeta
os sonhos
vamos dividir
os sonhos
que podem transformar
o rumo da história
vem logo
que o tempo voa como eu
quando penso em vc
Encontro, Maria Gadú
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Ópera do Malandro
Eis o malandro na praça outra vez
Caminhando na ponta dos pés
Como quem pisa nos corações
Que rolaram nos cabarés
Entre deusas e bofetões
Entre dados e coronéis
Entre parangolés e patrões
O malandro anda assim de viés
Deixa balançar a maré
E a poeira assentar no chão
Deixa a praça virar um salão
Que o malandro é o barão da ralé
Ópera do Malandro, Chico Buarque (1985)
que maravilha...
Caminhando na ponta dos pés
Como quem pisa nos corações
Que rolaram nos cabarés
Entre deusas e bofetões
Entre dados e coronéis
Entre parangolés e patrões
O malandro anda assim de viés
Deixa balançar a maré
E a poeira assentar no chão
Deixa a praça virar um salão
Que o malandro é o barão da ralé
Ópera do Malandro, Chico Buarque (1985)
que maravilha...
tarde demais.
É clichê, senso comum.
Todo mundo sempre diz.
Todo mundo sabe, escreve, fala e repete.
Nunca é tarde demais.
Será?
E aí?
Tarde demais. Cedo demais.
Espera o tempo passar.
Calma.
Paciência.
Tudo se resolve.
Tarde demais.
Sempre é tarde demais.
Vai logo.
Faz logo.
Manda ver.
O mundo não para mesmo.
O tempo, menos ainda.
Vai logo.
Vai sorrir, vai brincar, vai fazer.
Vai amar,
Sem cansar.
Sem temer.
Não manda dizer, vai lá e diz.
Diz que ama, diz que quer, diz que não dá, diz que dá.
Mas diz.
Vai e faz.
Sempre,
Mas sempre mesmo,
É tarde demais.
Um dia a gente vai entender.
I still believe.
nas pessoas
nas falhas
nos movimentos
na música
nas frases
nos pássaros
no sol
na simplicidade
nos sentimentos
no perdão
no amor
na amizade
eu vou continuar
acreditanto
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