quarta-feira, 30 de junho de 2010

pais e filhos.

é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.

terça-feira, 29 de junho de 2010

um monte de coisa.

Sarau. Teatro. Amigos. Cores. Café. Chocolate. Abraço. Apertão. Surpresa. Coca-cola. Sol. Flores. Cadernos. Estampas. Canetas. Mãos. Pensamentos. Movimentos. Chimarrão. Sofá-cama. Tecidos. Música. Viagens. Malas. Saudades. Livros. Fotografias. Pés. Suspiros. Sorrisos. Lembranças. Paixão. Trabalho. Soneca. Sapatilhas. Bilhetinhos. Planos. Pipoca. Frases. Filmes. Canecas. Casacos.

Fitas.
Laços.
Teus braços.

viver assim.

beijo nublado, bem demorado.
beijo ensolarado. bem beijado.

(re)postando.



"uma pessoa pode viver por anos às vezes sem viver realmente, e então a vida chega de repente em apenas uma hora"
Oscar Wilde

segunda-feira, 28 de junho de 2010

eu tava de chapéu de palha...

silence.

fiz um acordo com meus pensamentos.

esconderijo


procuro a solidão
como o ar procura o chão
como a chuva só desmancha
pensamento sem razão
procuro esconderijo
encontro um novo abrigo
como a arte do seu jeito
e tudo faz sentido
calma pra contar nos dedos
beijo pra ficar aqui
teto para desabar
você para construir

algo me diz que...

... ainda vou morar em SP.
nada de muitas barreiras para chegar na tua pele.

palavras de um amigo.

"a gente tem que amar para transbordar, e não para preencher."

relatividade.

não tenha pressa, mas não perca tempo.
(josé saramago)

um domingo de sol.

pés descalços para caminhar num céu ensolarado.

domingo, 27 de junho de 2010

ainda sobre o sol.

adoro a pessoa que inventou a expressão "banho de sol".

sempre sol.

o sol me inspira.
e o sol no inverno me encanta.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

offline.

desligando tudo. qualquer hora eu volto.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

procurando uma coisa, achei outra.

postei faz tempo. mas vale ainda. afirmando também que gosto das tais escritoras... menos que do carpinejar, mas gosto.

Condição de Entrega
- Martha Medeiros -

Essa condição de entrega vai além da confiança. Você pode ter certeza de que ele é uma pessoa honesta, de que falou a verdade sobre aquele sábado e que não atendeu ao telefone, de que ele realmente chegará na hora que combinou. Mas isso não é tudo. Pra ser mais incômoda: isso não é nada.

A condição de entrega se dar quando não há competitividade, quando o casal não disputa a razão, quando as conversas não têm como fim celebrar a vitória de um sobre o outro. A condição de entrega se dá quando ambos jogam no mesmo time, apenas com estilos diferentes. Um pode ser mais rápido, outro mais lento, um mais aberto, outro mais fechado: posições opostas, mas vestem a mesma camisa.

A condição de entrega se dá quando se sabe que não haverá julgamento sumário. Diga o que disser, o outro não usará suas palavras contra você. Ele pode não concordar com as suas ideias, mas jamais desconfiará de sua integridade, não debochará da sua conduta e não rirá do que não for engraçado.

É quando você não precisa fingir que não pensa o que, no fundo, pensa. Nem fingir o que, na verdade, sente.

(...)

Quando não há condição de entrega, pode-se arrastar, prolongar, tentar um amor pra sempre.

Mas era você mesmo que estava nessa relação?

Condição de entrega é dar um triplo mortal intuindo que há uma rede lá embaixo, mesmo que todos saibamos que não existe rede pro amor. Mas a sensação da existência dela basta.

samba & amor.

eu faço samba e amor a noite inteira
não tenho a quem prestar satisfação...

eu faço samba e amor até mais tarde
e tenho muito mais o que fazer.

dúvida.

você é tudo que eu sempre duvidei.

a menina faz sol.

trabalhar de madrugada e dormir na hora do almoço. menina, acho que os seus horários estão meio trocados. almoçar na hora do café e acordar na hora da saída. dormir num quarto sem cortina, numa cama sem rotina. pensando bem, menina, deixe os horários de lado, deixe a cama na varanda. e deixe o passado de lado. agora o presente é quem manda.

copa do mundo.

a vida às vezes é como esse jogo da eslováquia x itália: meio chato e sem graça durante um tempo... e do nada tudo vira emoção. e que emoção...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

ai, ai.

meu telefone está com problemas.
ele fica querendo te ligar o tempo todo.

um mundo.

na verdade, não é o mundo lá fora que espera por nós.
é o nosso próprio mundo que nos aguarda, completa, preenche.

café & cupcake.

ainda bem que existe a minha mãe
para me mostrar esses lugares incríveis.

yes!

nada de férias.

sarau elétrico e um pouco de egoísmo.

eu sempre gostei de ler. leituras obrigatórias do vestibular da UFRGS, poesia, receita de bolo, receita de remédio. não era bem ler absolutamente tudo que caísse em minhas mãos, e sim tudo que eu resolvesse pegar para ler. o tempo e o vento, o cortiço, memórias póstumas de brás cubas. ou alguns livros de férias, tipo para rir naquele momento e deu. bridget jones, algo assim. mas sempre fui de me apaixonar por alguns escritores. e viro fã incondicional (entre parênteses: quando eu tinha uns 15 anos, ia aos domingos ver o luis fernando verissimo tocar com o jazz 6, levava meus livros para ele autografar e ficava esperando ele falar alguma coisa para mim... detalhe: ele quase não fala, mas o legal era esperar mesmo), daquelas que pode até brigar com a família e sair de casa se alguém falar mal de algum dos meus ídolos. exageros à parte, faz mais ou menos um ano que me apaixonei pelo fabrício carpinejar. por tudo. quando a gente gosta de um autor tem que gostar por inteiro. daquele primeiro livro lançado, que quase ninguém leu. das poesias nem tão inspiradoras quanto as crônicas. mas tem que aprender a conhecer, pelo menos. e o carpinejar está sendo uma grande descoberta nesse sentido. o que ele escreve às vezes parece banal, lugar-comum. mas se desdobra em várias viagens para dentro, vários pensamentos.

e ontem fui ao sarau elétrico no ocidente, onde ele era convidado especial. katia suman, claudio moreno, claudia tajes (outra que eu simplesmente AMO) e fabrício carpinejar. que quarteto. falando sobre relacionamentos, ciúmes, traições. deu para rir a noite toda. daí eu saí de lá com uma sensação legal, que no fundo eu sempre soube... por que às vezes a gente deixa de fazer as coisas que mais gosta? e então tá decidido: a partir de agora só faço o que eu quero, com quem eu quero, na hora que eu quero. nada de beirar o egoísmo agindo assim, mas às vezes altruísmo exagerado é que vira loucura.

beije sua flor.

dia lindo. eu vi um beija-flor pela janela. disseram que ele anda sempre por ali. gostei desse beija-flor, que vem todo dia beijar... a mesma flor.

e para a noite começar (a terminar).

ame seus pais. é onde tudo começa.
e provavelmente onde sempre termina.

cadeira de praia no inverno.

eu amo a sensação da beira da praia no inverno. fico torcendo para que faça sol. ficar o dia inteiro curtindo a areia gelada. um chimarrão, conversas, silêncios. eu amo a praia o tempo todo, mas ela me encanta ainda mais nesses dias de frio. de vento. de solidão. são momentos mágicos, para os quais eu volto sempre. e para onde quero ir agora.

terça-feira, 22 de junho de 2010

tudo que eu tenho para hoje é.

sem medo de voar.

chega.

foi-se o tempo de tentar entender você.
foi-se o tempo de quem você é.
não somos nada juntos, nunca fomos.

chega desses mistérios.
chega dessas dúvidas que nem são minhas.

foi-se o seu tempo.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

porque qualquer um anda de metrô em paris.

vai para paris, né? toma, um bilhete do metrô de paris.
eu não vou contar a história toda,
porque é daquelas que contando-ninguém-acredita.

pequena historinha.

tem um amigo meu que diz assim: não posso fazer nada, isso já estava assim quando eu cheguei. o resto dessa história são três pontinhos.
eu sou feliz. muito feliz.
mas tem dias em que fico ainda mais.
muito mais estar.
e ser. feliz de viver.

domingo, 20 de junho de 2010

time will tell.

o tempo é divertido. às vezes não passa nunca. às vezes a gente perde, literalmente, a noção do tempo. tem tempo de esperar, tempo de agir. tem tempo pra dormir, tempo pra falar. tempo até para calar. tem o tempo que dura uma música. tempo que dura um amor. tem gente que diz que amor mesmo dura o tempo todo, muito tempo. quando eu era pequena, nem sabia o que era tempo. hoje em dia eu até queria esquecer o quanto sei que o tempo existe (e que eu tenho que dar tempo ao tempo). tem tempo de chover, mas esse eu nem quero falar. tem o tempo das flores desabrocharem, tem o tempo das folhas que caem. tem o tempo de esperar pelas mudanças, mas tem o tempo de mudar tudo ao mesmo... tempo! tem tempo de chorar, sofrer. tempo de deixar passar. o tempo no colo da minha mãe eu quero que passe bem devagar. um minuto pode ser pouco tempo. mas pode ser tempo demais, para quem tem que esperar. tem o tempo que dura um filme, tempo que dura uma viagem. o tempo de uma foto é um momento, o tempo de um carinho é o sentimento. eu gosto do tempo de sorrir, tempo de te chamar de amor. gosto do tempo que vai passar, sem deixar de gostar do tempo que já se foi em mim. esse tempo que passou agora me fez perder até o tempo das palavras. mas não me fará perder o tempo de passar muito tempo bem perto de você.

tanto.

aos poucos você descobre os poucos de mim.

um momento.

e se não houver frutos, valeu a beleza das flores.
(na foto, uma das minhas canecas mais lindas)

cuida de mim?

carinho e sinceridade para não perder a leveza.

felicidade.

happiness is only real when shared.
(tem lugar pra mim?)

intensidade.

se a gente soprar o fogo bem devagar, ele aumenta...

sábado, 19 de junho de 2010

cada um sabe a dor.
e a delícia de ser o que é.

para chover hoje.

terminei mais um livro do carpinejar: o amor esquece de começar. e marquei várias inspirações dele, para mim. alguns insights interessantes, temas polêmicos, enfim. coisas da vida, coisas do amor. quando ele esquece de começar – ou pior – quando esquece de terminar.

crônica: dar um tempo
tentar desdobrar uma carta molhada é difícil.
ela rasga nos vincos.
-
não é possível arrumar a gravata ou pintar o rosto quando se briga.
não se fica bonito, o rosto incha com ou sem lágrimas.
-
dar um tempo não deveria existir porque não se deu a eternidade antes.
-
só se dá um tempo para avisar que o tempo acabou.
-
dar um tempo é um tchau que não teve a convicção de um adeus.
-
dar um tempo não significa nada e é justamente o nada que dói.

e, para mim, a melhor:
o que se adia não será cumprido depois.

what if?

a vida são episódios caóticos.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

desista.



não adianta ninguém vir falar mal do carpinejar para mim. mesmo que ele pinte as unhas de cores estranhas, use acessórios malucos. mesmo que ele fale várias besteiras, que ele seja totalmente excêntrico. mesmo que as entrevistas sejam uma viagem. para mim ele é demais. a antítese de comportamentos previsíveis de algumas escritoras gaúchas, diferente das mesmas coisas de sempre, do caderno donna repleto de coisas iguais. ele é o máximo. e terça eu vou no sarau elétrico só para ganhar um autógrafo. e tenho dito.

cupcake day na lu gastal.

super a fim de ir lá!!!

pequena homenagem.


Certos autores, quiçá por adquirida convicção ou compleição espiritual naturalmente pouco afeiçoada a indagações pacientes, aborrecem a evidência de não ser sempre linear e explícita a relação entre o que chamamos de causa e o que, por vir depois, chamamos de efeito. Alegam esses, e não há que negar-lhes a razão, que desde que o mundo é mundo, posto ignoremos quando ele começou, nunca se viu um efeito que não tivesse sua causa e que toda causa, seja por predestinação ou simples acção mecânica, ocasionou e ocasionará efeitos, os quais, ponto importante, se produzem instantaneamente, ainda que o trânsito da causa ao efeito tenha escapado à percepção do observador ou só muito tempo depois venha a ser aproximadamente reconstituído.

(...)

José Saramago - História do Cerco de Lisboa
só a justa medida do tempo
dá a justa natureza das coisas
(raduan nassar - lavoura arcaica)
garopaba sempre me deixa em paz.
se amar é mudar a alma de casa
deixar de amar é ter uma alma sem-teto?

viciante.

yo te quiero con limón y sal,
yo te quiero tal y como estás,
no hace falta cambiarte nada.

yo te quiero si vienes o si vas,
si subes y si bajas y no estás
seguro de lo que sientes

quinta-feira, 17 de junho de 2010

estou muito precisando, super mega precisando, do novo livro do carpinejar!
(...)

A teoria Lifo afirma ser um paradoxo humano o fato de que as forças de uma pessoa, quando utilizadas em excesso, possam transformar-se em suas próprias fraquezas. A solução para este paradoxo, então, é a produtividade.

(...)

(negociação e solução de conflitos – Martinelli e Almeida)

seus jeitos.

você tem um jeito de quem dorme tarde. de quem dorme até tarde, se deixar. você tem um jeito de quem consegue. que abre espaço. você tem um jeito de paixão. jeito de quem sai e deixa a janela aberta, porque não consegue deixar a brisa do vento do lado de fora. jeito de quem deitaria para ficar horas olhando para o céu. porque é realmente um desperdício a gente viver olhando para baixo e não para cima (o céu é tão mais lindo que as ruas da cidade). você tem algo que desconfia da vida, apesar de amá-la acima de qualquer coisa. você não desconfiaria do tempo, nem da chuva, apesar da exatidão desses fenômenos ter se perdido há muito. você, eu sinto, às vezes desconfia de tudo. você não precisa por a mesa, porque a casa inteira já está sempre pronta. você leva a mesa de jantar para a sacada, não muda nada de lugar, mas o lugar muda simplesmente porque você chega. você dorme na rua, porque a rua às vezes parece uma enorme casa com todas as janelas abertas. você tem um jeito que eu não sei. simplesmente complexo. nada de redundâncias. você parece um jazz que conversa com a paisagem, um momento que fica com vontade, você parece que chegou antes mesmo de vir.

é, você tem um jeito de quem dorme tarde, realmente.
mas também tem um jeito de que vive acordado.
sonhando com a vida.

terça-feira, 15 de junho de 2010

agora me dá licença que eu tô dançando com os beatles pela casa.
o anjo que guarda o amor gosta de voar de bar em bar.
por isso o amor não acaba, só muda de lugar.

MPB pra encher a casa de alegria,
aprendiz de feiticeiro, domingo passado no ocidente.

no samba.

então fecha a conta e passa a régua que hoje eu tô o que tô.

por mim mesma em 04/01

Quando menos é mais (?)

Quando é menos maquiagem, mais cabelos soltos. Mais andar com os pés descalços, mais banhos de mar, mais areia para ter que limpar. Menos televisão, mais livros. Talvez até menos emails, mais cartas e bilhetes feitos à mão. Menos comer na rua, mais cozinhar em casa para os amigos. Menos supermercados, sacolas plásticas. Mais feiras de rua, mercados públicos, lojinhas e conversas de balcão. Mais sacolas de pano, coloridas, bordadas, escolhidas, dobradas, guardadas e reutilizadas. Menos perfume, mas mais essência. Menos brincos, aneis, colares e pulseiras. Mais pele, mais sandálias rasteiras, vestidos floridos e esvoaçantes. Mais cachoeiras, menos piscinas. Mais água, mais frutas, mais sabores. Menos tempo para dormir até tarde, menos tempo para chorar, menos tempo para doer, mais tempo para amar. Mais vida, mais movimento, mais alegria, mais consciência. Menos é mais quando é brigar menos, adorar mais. Quando é curtir mais até o que a gente gosta menos. Olhar mais, mais lá dentro. Tocar mais. Perceber mais. Mais teatro, mais café com uma amiga, talvez até umas calorias a mais de um doce da vovó. Mais, também, organização, projetos, realizações. Menos ansiedade, incompreensão. Mais confiança, determinação.

Sendo mais, sendo menos...
Só não quero que nada, nessa vida, seja mais ou menos.
something in the way...

bajo otra luz.

de novo, porque eu amo.

julie & julia.


fazia um tempão que a gente queria ver esse filme. uma delícia de filme, de história.

pequenas mensagens que fazem a diferença... no final das contas, não interessava o que a Julie achava, se ela gostava, não gostava, odiava a ideia do blog e das receitas. interessavam apenas as descobertas de Julia ao longo do ano.

e é bem assim que a gente tem que agir às vezes: interessa pra mim, beleza.
não interessa pra você, paciência, uma pena e essa coisa toda.

para mim continua interessando da mesma forma. 

e beijomeliga.

as pessoas em nossas vidas.

procure estar perto das pessoas que tiram de você o seu melhor. e que quando descobrem seus defeitos, suas falhas, seus anseios, são as primeiras a cuidarem de você. não apenas confortando nos momentos mais difíceis, e sim ensinando, com o carinho de quem cuida de uma criança indefesa. são as pessoas que vão te fazer caminhar na vida, encontrar-se, corrigir seus erros. é provavelmente quem vai sempre te fazer sorrir, são as pessoas que você vai sempre amar. e para sempre.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

vamos ouvir a mesma música?
talvez ela nos leve ao mesmo lugar.

brilhar, viver, amar.

gosto de que tem o olhar brilhando.
brilho de quem sorri para a vida.
vida de quem ama um olhar.
olhar de quem ama viver.
vem cá, deixa eu te cheirar.

sempre a fê.

olha essa: "eu tô tão ausente que não consegui perceber que tu tá ausente..."
mas a minha ausência tem muita inspiração em coisas que aprendi com você, amiga linda.

inspiração surpresa.

não é o tempo do calendário que faz uma coisa recente,
e sim o tamanho dela dentro da gente.
se eu medisse pela quantidade de canecas que já ganhei, diria:
tem bastante gente que gosta de mim!
se o amor não é incondicional, desista.
pode ser qualquer outra coisa, mas não é amor.

de um passado.

remexer nas coisas do passado é uma maneira incrível de descobrir quem fomos, ou pelo menos tentamos ser. olhar com outros olhos as mesmas coisas, as canecas coloridas, os presentes de um outro tempo. não importa o que foi, importa agora o que ficou de tudo que foi. e o que ficou me faz muito bem. me enche de paz.

e boa noite.

andei sumindo da minha própria vida.
machucamos com a voz,
mas para torturar mesmo só com o silêncio.
(carpinejar)

domingo, 13 de junho de 2010

still inside.

the most beautiful butterfly.

coçando - ana cañas

silêncio é quando penso.
barulho é quando durmo.

medo de amar n° 3

sou carente de razão.
(adriana calcanhotto)

permanece a beleza.

nem amigo, nem amante
nem presente, nem instante

não fostes nada
fora de mim

nem passado, nem lembrança

não, nada...
sequer por um momento
nem suave sentimento

não fostes meu amor
meu confidente

minha segurança
meu alívio

não fostes nada
promessas, planos

não fostes poesia
(minha tão amada poesia)

mas agora não mais importa
o que fostes fora de mim

permanece comigo a beleza
- e a certeza -
do que fostes dentro de mim

tonight.

I'll take care of my lonely broken heart.

sobre janelas.

eu concordo em dobro.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

as melhores coisas da vida.

frases de amor, humor e qualquer coisa na madrugada.
e um espresso duplo.
por favor, deixa, vai!?!

- eu tenho pés gelados.
- ah, então é por isso que você compra tênis com cores quentes.

- não é aqui. é numa outra rua escura.

- você não pode viver a vida enterrada no trabalho.
senão, você vai ter que viver de óculos.
e você se odeia de óculos.

- tu aprendeu alguma coisa nova essa semana?

- tudo na vida depende.
só é ruim quando depende dos outros.

- é bom o som da ficha quando cai.

- ah, que chato. vou ter que deixar meu cérebro com ela.

- a gente deixa de fazer o que quer por causa desse maldito medo.

a música da copa...

adoro a música da copa. eu já tinha postado faz um tempo. mas ver na abertura foi de arrepiar. adoro a possibilidade de ver um mundinho mais legal nessa terra. segue uma versão bem legal. 

little things.

hearts, mugs & books.

tudo a ver.

perdão
perder

amor, palavra que liberta.

o mundo é uma escola
a vida é um circo

cada coisa fofa.



offline.

algumas fotos estão desconfiguradas.
mas não tem problema.
eu também estou.
nada melhor que mudar.

amnésia seletiva

adorando esquecer tudo aquilo que eu prefiro nem lembrar…
pequenas coisas não são necessariamente coisas pequenas.