quinta-feira, 16 de setembro de 2010

back to my life.


por cinco dias, uma super gripe, uns dez comprimidos de paracetamol, muita febre e várias horas inúteis de sono... eu quase tinha esquecido o quanto a (minha) vida é deliciosa.

ain't life unkind?


catch your dreams before they slip away
dying all the time
lose your dreams
and you will lose your mind.
ain't life unkind?

(ruby tuesday)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

faxina.


não era só no meu armário que estavam vagando coisas que não servem mais.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

pílulas de filhos brilhantes, alunos fascinantes.

É um livro interessante, cheio de frases marcantes. São diferentes histórias, pequenas e encantadoras. Meio auto-ajuda demais em algumas passagens, mas eu tive que ler para um Seminário da Faculdade, então acabei escolhendo as partes que mais me chamaram a atenção...


Às vezes estamos tão acostumados a enxergar os defeitos exteriores das pessoas, que não enxergamos a beleza escondida por trás delas.

Bons filhos conhecem o prefácio da história dos seus pais. Filhos fascinantes vão muito mais longe, conhecem capítulos mais importantes das suas vidas. Os jovens que trabalham essa característica em sua personalidade desenvolvem a arte de ouvir, a arte de dialogar, a capacidade de se colocar no lugar dos outros, de superar conflitos e de desenvolver relações saudáveis e felizes.

Ninguém pode dar aquilo que não tem. (essa eu AMO)

A vida é um grande livro, mas pouco ensina para quem não sabe ler.

Não deixe uma frustração dominar você. Faça dos seus erros uma oportunidade para crescer. Na vida, erra quem não sabe lidar com seus fracassos.

Muitos deixam de acreditar na vida quando passam por crises emocionais, sofrem perdas, atravessam dificuldades e desprezos. Mas é nesse momento que devemos nos superar.

no se ve...

pero siento que hay en mí algo que está cambiando...
(algo está cambiando - julieta venegas)

nesses dias...

é muita gripe para uma pessoa só.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

frescurites femininas.


“Eu respeito todas as frescurinhas femininas.”

Pronto. Meninas, existe luz no fim do túnel. Essa frase foi dita por um homem. Sim. Se fosse há alguns anos atrás eu diria: volta a fita. Agora com essa tecnologia toda, esse modo de dizer para retroceder no tempo e começar do comecinho perdeu o sentido. Mas, ah, volta a fita. Azar.

Eu tenho um amigo, não faz muito tempo, mas é uma pessoa encantadora, muito legal de conviver. E que disse essa frase ai em cima. Mulher tem frescura. Mulher tem mania, mulher é mulher. Não precisa mais nada. E os homens (de verdade, claro) curtem essa coisa toda. Fazer o que nos agrada, curtir o nosso mundo. Tentar nos deixar felizes para entrarem na nossa vida. Estou falando de homens legais, bem resolvidos, a fim de serem felizes e não de jogar como crianças. E quando a gente conhece essa pessoa legal, não precisa fazer de tudo para agradá-lo, nem mudar a vida porque está apaixonada. Para mim, não tem a ver com casamento, namoro, compromisso. Tem a ver com relacionamento. Relacionar-se de maneira legal, jogo limpo e aberto. O rótulo fica para mais tarde. Mas mesmo assim, voltando às frescurites femininas... Eu tinha lido um texto legal no blog da Bi, e fiquei pensando naquelas palavras. E elas têm tudo a ver com essa frase... Não é um oportunismo de ser o sexo frágil só quando o negócio é abrir potes de conserva ou trocar pneu, mas é ser mulher e ser doce. Numa fragilidade friamente calculada para caber nos seus braços. Numa fragilidade que pede carinho, porque é feminina, e sendo assim é bela. Numa fragilidade simples, que pede colo e se sente em casa por ali... E mesmo assim permanece em seu próprio mundo.

Obs.: gurias, o carinha tem namorada, então desistam!!

inspirada em entregar-se.


Entregar-se é aprender a ser.

Entregar-se é descobrir que a metade que faltava não está em outro alguém, e sim você mesmo.
Entregar-se é viver a beleza dos momentos, curtindo com segurança e atitude o que se sente.
Entregar-se tem, sim, a ver com corpo. Com postura, desenvoltura. Nada com sua forma, e sim com seu jeito de interagir.

Seu jeito de... Entregar-se.

Tem a ver com descobrir o que se quer, o que faz o coração bater mais forte. O que é o seu norte. Entregar-se como meta. Entregar-se como caminho, como acordar devagarzinho.

Entregar-se para amar-se.
Porque é assim, entregando-se, que se descobre o quanto é lindo o que está fora.
Mas o quanto surpreende (mais ainda) o que está dentro.

(inspirada por entregar-se)

sobre falar demais.


E quando a médica me olhou e perguntou: “tu costuma falar muito?”

Putz. Caiu o chão. Eu, falando muito? Que isso. Piada? Eu falo super pouco. Apenas o necessário. E quando necessário. Mentira.

Após alguns segundos de tensão total, minha vontade era de responder: olha moça eu falo bastante mas eu bem que queria falar menos sabe só o necessário porque às vezes parece que eu falo falo falo e falo e daí não consigo ficar quieta nem para pensar nas coisas que acabei de falar e a minha mãe vive me dizendo isso e minha psicóloga disse que falar demais pode atrapalhar e muito e por ai vai.

Assim, despejando na mesinha da Dra. todos os meus problemas relacionados a falar demais. Porque falar demais não significa apenas a quantidade de palavras por metro quadrado, e sim a quantidade de coisas que eu nem precisava dizer, mas acabo fazendo. Claro que ela estava perguntando porque sua preocupação era com a minha faringite, mas acabei percebendo que falar demais não causa faringite. E mesmo que fosse, faringite é o menor dos problemas.

Falar demais acaba gerando efeitos colaterais, reações alérgicas, e por ai vai (de novo). Então agora a moral da historia é selecionar palavras, pessoas, direções, momentos. Eu já vinha fazendo isso. E a faringite veio para ajudar.

E para a Dra. eu respondi: “é, eu costumava falar, sim.”

bajo otra luz.

Hay algo que va a suceder, no sé qué es
Se desprende ante una sensación que no puedo ver
Será que el sol está brillando distinto a lo acostumbrado?

El color de mi vida cambió desde que tú llegaste...

(Bajo Otra Luz)

bem legal em SP.


Uma mistura de galeria com loja, o Coletivo Amor de Madre reúne em SP peças de design, joias, brinquedos e até utilitários domésticos. (Revista Gol)

Bem legal o site, mais legal ainda a ideia.

“Coletivo Amor de Madre é um espaço contemporâneo voltado para a criação de peças de design utilitárias com o objetivo de incentivar a produção artística e promover um intercambio entre artistas brasileiros e colombianos.” (Site Coletivo Amor de Madre)

Se eu fosse você, clicava aqui agora.

domingo, 12 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

uma frase.

comprei um livro com mais de 9 mil frases. fico confusa sobre qual postar... por que será? rssss. mas fica aqui a primeira que me chamou a atenção:

"A natureza é grande nas grandes coisas, 
mas é grandiosa nas pequenas coisas."
(Bernardin de Saint Pierre)

eu já estava no elevador.



Quase detesto quando tenho que sair e algum insight surge. E eu tenho que voltar correndo e escrever. O caso é sério. Tem vezes que eu estou no elevador. Volta, volta, sobe!! Preciso escrever. Escrever para tomar consciência. Escrever para reler depois e dizer “é verdade” bem baixinho dentro de mim. Escrever para ver o quanto me dou bem com as minhas palavras, apesar de tantas vezes travar batalhas monstruosas com meus pensamentos. Escrever porque me sinto leve, livre. Para ser bem o que sou, tirando e colocando as palavras para formatar coisas minhas. Ontem consegui fechar mais um ciclo meio doente da minha vida. Uma relação que significava muita coisa e nada ao mesmo tempo. Teve que doer, sim. Mas eu fiquei leve. Eu fiquei feliz, apesar de enterrar algo que durava mais de dez anos. Eu não esperava por aquilo ontem, mas esperava por aquilo na minha vida. E aconteceu da maneira mais... Inesperada! Rá!!! Mas eu estava preparada. Isso que me conforta tanto. Pronto. Vira a página. Fico ainda me perguntando quais capítulos ainda virão... Mas isso é outro post. Outro momento. Porque, como eu já disse antes, agora preciso sair correndo, porque o elevador está me esperando.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

new york...

"é que new york toma muito do meu tempo"
(a lina to the left.)