sábado, 22 de janeiro de 2011

em movimento.

existe muita felicidade em saber estar sozinha.

eu tenho uma luminária ctrl.

ainda bem que não é esc nem del, 
porque dependendo de alguns ia ficar o tempo todo acesa.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

inside.

tem horas que eu preciso me esconder para gerir as revoluções que eu causo em mim mesma.

you better.


mind the gap.

sábado, 15 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

em tempo: ainda bem!


daí você se dá conta que felicidade não é um ponto de chegada, é a maneira de ir, é a jornada. é um estado de espírito. que estar bem é algo que só depende da maneira como você vê as coisas. daí você vive num estado de serenidade e tranquilidade, de confiança em si mesmo e de amor-próprio. daí você vê que, sim, perdeu muito tempo com besteira, mas agora deixa pra lá. daí você se dá conta que tem o melhor trabalho, os melhores amigos, a melhor família, o melhor sorriso e o melhor jeito de ser que você poderia querer. sim, é isso aí. tô me curtindo pra caramba, porque eu construí isso tudo aqui. e quem vale a pena (mesmo) chega ainda mais perto de você quando você se sente assim. e quem não vale, colega, nem dá as caras mais. em tempo: ainda bem. 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

shame on you.


sabe aquela frase que era uma comunidade super famosinha do orkut "vergonha alheia" ou qualquer coisa do gênero? aham. 

vamos nos vestir bem?


as pessoas que você conhece podem não lembrar que roupa você estava usando, mas a maioria conseguirá definir o seu estilo. 

eu estava pensando nisso enquanto trabalhava hoje, e uma pessoa que trabalha para um cliente meu foi grosseira ao responder uma pergunta simples. acontece o seguinte: uma resposta mal dada, em uns quinze anos, pode até ser desculpada. mas mais que isso é falta de educação, de comportamento e de postura. uma vez na vida a gente pode estar de mal com o mundo, mas isso não pode, de maneira nenhuma, acontecer seguidamente. as pessoas vão lembrar do seu jeito. elas podem não lembrar daquele dia específico em que você não foi cordial e educado, mas vão começar a criar um padrão do que você é na cabeça delas. e isso, quando pega, nunca mais muda. a gente generaliza por natureza. se o namorado chega atrasado uma vez e você fica chateada, se pega dizendo "você está SEMPRE atrasado", não é? é a mesma coisa. seja mal educado com uma pessoa mais de uma vez... e você já está dando motivos suficientes para ela criar uma imagem desfavorável de você. mesmo que fique no inconsciente, se algum dia alguém perguntar, ela tem fundamentos para responder algo do tipo: "fulando está sempre de mau humor". então é melhor dar um jeito de mudar isso, de ser mais gentil, mais delicado. você ganha, todo mundo ganha. infelizmente não estou na posição de dizer isso tudo para a pessoa que me fez parar para pensar dessa maneira, mas se alguém ler isso aqui já vou me sentir bem feliz. 

então é assim: cada roupa que você usa vai criando um modelo, um estilo, um jeito de ser. é assim com o modo com que você lida com tudo na vida, tá? então se veste bem, colega. e aí todo mundo vai lembrar de você como uma pessoa super legal, simpática e muuuuito estilosa.

com certeza...

o mais legal da vida está offline.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

sério.

tem algumas coisas que de tão simples chegam a ser complexas.

nós nascemos na sbórnia.


acabei de chegar da sbórnia. eram quase três da tarde quando um amigo muito querido me ligou e disse que queria me dar um presente de aniversário: tangos e tragédias no são pedro. imagina se eu não adorei e amei mais que tudo? um presente diferente, com direito a muitas gargalhadas, super clima de alegria no verão... os caras são muito engraçados, há muitos anos, eu sei, mas eu sou da teoria que sempre vale a pena rever uma coisa legal. então ficam duas dicas: primeira, vá assistir tangos e tragédias. segunda, vamos aprender a dar presentes tão legais assim como esse!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

a partir de uma frase.


O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.

é pensando nessa frase que começa uma revolução mental nos meus pensamentos. na verdade eu nem era muito fã dela, sempre achei meio clichê demais. nem sei de quem é. se a gente digita isso no google aparecem no mínimo uns três autores diferentes com os créditos. mas enfim, vamos à frase. uma vez eu escrevi no facebook algo do tipo: se as melhores coisas acontecem quando a gente menos espera, por que a gente vive esperando? e essa frase voltou a me incomodar nos últimos dias do ano de 2010, porque realmente eu fiquei por algum tempo esperando coisas das pessoas. pessoas que não são essas aí de cima, incomparáveis. aliás, não são muita coisa, pra ser bem sincera. e quando eu realmente menos esperava, do jeito que eu menos esperava, muitas coisas deram mais ou menos errado para uma outra coisa dar muito certo. é sempre assim. tem coisas maravilhosas que nunca teriam acontecido se tudo tivesse sempre dado certo. mas enfim, nessa confusão de certo e errado, depois de quase um ano sozinha, acabei encontrando uma pessoa muito legal que me faz ter medo até de pensar nela. e eu ouvi isso: o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. sim, isso é muito real. tem gente que consegue te decepcionar por quase uma década, aí chega uma pessoa e muda tudo em uma semana. não disse que é o amor da minha vida, que vai ser meu namorado, eu não disse nada. mas mudou. mudou muuuuita coisa. eu sempre fui meio oito ou oitenta, fervendo ou congelado, nunca tive meio termo, nunca curti ser enrolada, nunca gostei de ficar pra depois. e adivinha? isso é o que mais me deixa feliz. é conseguir colocar as coisas no lugar, fazer o que tem que ser feito. sem amanhã, sem talvez, sem ser deixada pra depois por quem não tem moral nem pra me dar oi. e agora, depois de uma tristeza repentina de não conseguir nem falar tudo que eu queria, nem engolir tudo que eu nem ouvi, chega. apaga a luz, fecha a porta e tchau. nessa eu não entro mais. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

incrível.


Quando aprendi a me amar de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa e no momento exato.
E então, eu pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando aprendi a me amar de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando aprendi a me amar de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando aprendi a me amar de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando aprendi a me amar de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas , tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando aprendi a me amar de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando aprendi a me amar de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando aprendi a me amar de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando aprendi a me amar de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é... Saber viver!

Charles Chaplin

feliz (também) ano velho.


eu estava na praia pensando num post de final de ano. aliás, de início de ano. e aí fiquei pensando... a gente comemora um ano que está chegando, né? novinho em folha e coisa e tal. mas acho que a gente deveria comemorar também um feliz ano velho. a gente usa e abusa de um ano inteirinho e quando ele termina a gente só quer saber do novo. fico pensando sobre essa nossa necessidade de novidade o tempo todo. até onde isso é saudável? até onde é falta de paciência de esperar cada fase passar? então revisei todas as coisas que aconteceram comigo em 2010 e me despedi dele com todo amor desse mundo, porque foi um ano maravilhoso... vamos pensar nos próximos momentos, sim, mas não vamos simplesmente apagar os que já se foram, tá?