terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

5 dicas para o seu blog (Casa de Arte)

Desenvolvi essas dicas para o blog da Casa de Arte, mas achei legais, então vou postar aqui também!

- Você tem um blog? -

Oi gente querida!

Enquanto a série de 5 dicas para cortar seus tecidinhos não chega, viemos aqui dar outras 5 dicas para você que tem ou quer ter um blog e não tem a menor ideia do que fazer, ou de como começar. Talvez no final das contas sejam mais que 5 dicas, mas a gente espera que de alguma forma ajude você a se encontrar mais nesse mundo totalmente virtual que a gente vive hoje! E qualquer dúvida que ficar, manda para cá que a gente responde muito.

1. Escolha o site que vai hospedar seu blog. Os mais usados hoje em dia são o Blogspot (esse que a gente usa aqui) ou o Wordpress. Particularmente a gente acha o Blogspot ideal para quem está começando, super fácil de usar e cheio de dicas para quem não entende nada de layout. Você entra em www.blogger.com e se cadastra para começar seu projeto. O mais legal é que esse serviço é totalmente grátis! 

2. Tenha em mente um objetivo para o seu blog. Seja escrever coisas pessoais suas, para divulgar seus trabalhos, para pesquisar referências e dividir com seus amigos e parceiros de trabalho, enfim. Defina para que serve esse blog. Assim, quando estiver em busca de ideias para escrever ou organizando seus assuntos, você não corre o risco de perder tempo com o que não tem a ver com o objetivo principal.

Quer um exemplo? Digamos que o objetivo do seu blog seja criar relacionamento com os seus clientes, mantê-lo mais próximo de quem gosta da sua marca: Enquanto você tiver isso em mente, vai definir um passo a passo de como esse relacionamento deve ser feito. Quando um cliente comenta, você vai sempre responder de volta? Se ele tiver blog também, vai entrar e conhecer o blog dele? Vai cadastrá-lo no seu mailing para enviar novidades para ele também? Se o objetivo é venda pela internet, por outro lado, você deverá focar em vender e atender da melhor maneira os pedidos de vendas, e não cuidar apenas de responder recados e comentários. Ok? Ficou claro?

3. Depois disso, comece a pensar no design do seu blog. Você pode procurar referências de sites que você gosta, cores que lhe agradam (e que combinam com a sua marca), como você prefere o cabeçalho, os gadgets (caixinhas de informações que seu blog contém). Essa etapa de repente demorará mais do que você imagina, e lembre-se que é sempre possível mudar alguma coisa que não ficou como você imaginava. O próprio serviço do Blogspot oferece diversas opções previamente formatadas para ajudar você nisso. 

Super importante: se o seu blog está relacionado a alguma marca, procure colocar elementos que lembrem a marca. É imprescindível que o logotipo esteja presente e de forma destacada, e que as cores utilizadas remetam a ele. Não crie um blog que seja totalmente diferente da identidade visual que a marca já tem no ponto de venda, em algum site ou perfil na internet, certo? Esses passos ajudam a criar unidade visual na mente do seu cliente, e isso gera sensação de organização e confiança em você.

4. Tags de conteúdos: Os posts que você insere no seu blog ficam organizados a partir de marcadores que você escolhe quando posta. Antes de iniciar a postar, organize mentalmente (ou até rabisque num caderninho) quais temas você vai abordar. Por que isso? Se você organiza com marcadores, quando alguém procurar por conteúdo, vai encontrar tudo que você postou sem dificuldade. Se você posta uma resenha sobre um filme e escreve como marcador a palavra "filme", essa mensagem ficará armazenada junto com todas as outras mensagens que também tem foram marcadas com essa palavra. Então escolha poucas palavras como marcadores (para que ninguém tenha que procurar demais até encontrar o que quer) e use sempre as mesmas, ok?

5. Espalhe por aí!!! Tudo pronto? Agora espalhe por aí. Conte aos amigos, passe adiante, repasse de novo. Faça as pessoas conhecerem você. E faça com que isso se torne um ciclo: você posta, conta pra todo mundo, as pessoas leem seu blog, comentam, você posta de novo, todo mundo lê de novo e assim por diante. 

Existem muitas outras dicas que poderíamos dar para vocês, sobre como analisar resultados, quantas pessoas estão lendo vocês, dicas para interligar o blog com outras redes sociais, enfim... Também existem livros e sites especializados que podem ajudar nessa construção. O importante é perceber que essa revolução das mídias sociais não é mais uma moda, não é passageira. É preciso que você também esteja lá, que seja alguém engajado e participativo, com conteúdos relevantes e ética na sua comunicação.

Esperamos que você goste!

Beijos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

que tristeza.

ontem me falaram o seguinte: mari, tu é a pessoa mais feliz que eu conheço! e eu pensei: sim!! eu sou. sou feliz com as coisas simples. sou feliz com um espresso bem forte, sou feliz com uma padaria bem lindinha e cheia de coisas gostosas. sou feliz com o meu trabalho, minhas escolhas, meus estudos, minha vida. mas hoje preciso confessar que senti uma tristeza muito profunda. sério. podem dizer que eu sou sentimental demais, que eu me abalo demais, ok. mas nada me deprime mais que ver gente adulta, profissional e teoricamente decente dando indireta ou tentando falar mal da concorrência de maneira indiscreta e estúpida. isso mesmo, estúpida. se você é incrível, diga isso aos seus clientes. não diga que o concorrente é menos, não julgue a maneira de fazer do outro. senão quem se queima é você. sério, estou profundamente magoada, praticamente em luto. palavras e frases totalmente desnecessárias as que eu li hoje, e sinceramente decepcionantes. sabe aquele concorrente que você admira, gosta das coisas que ele faz, até já pensou em fazer parcerias e tudo o mais? espere o tempo passar, de repente ele se mostra uma coisa completamente diferente do que você imaginava. 

mas nada como o tempo. e o tal do karma.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

banho de fernando pessoa.


imagina que incrível seria tomar banho de fernando pessoa? ou de machado de assis? até de oswald de andrade, por mais doido que ele tenha sido, eu tomaria uma ducha. eu queria muito ter sido convidada para a semana de arte moderna em 1922, mas como eu não consegui viver naquela época, só me resta ler e reler esses malucos hoje em dia. a faculdade e o trabalho fizeram com que eu deixasse um pouco de lado a minha mania de ler todos os livros da literatura brasileira que eu tinha durante o colégio, mas acho que isso está de volta agora. explico: hoje fui com dois amigos queridos no museu da língua portuguesa, aqui em são paulo, e fiquei muito emocionada ao ler, ouvir e curtir poemas e poesias. vídeos e músicas. uma experiência maravilhosa.

algumas reflexões:

se as crianças e adolescentes tivessem a oportunidade de estudar literatura dentro de lugares como esse, talvez a gente tivesse mais gente gostando de machado de assis que do crepúsculo.

quando a gente consegue transformar qualquer coisa em experiência, tudo fica diferente. ler um poema de fernando pessoa é legal. mas ter que pular em cima de um sensor para o poema ir passando e a gente ir lendo é uma experiêcia. ler outro poema de fernando pessoa é legal, de novo. mas ter que entrar num labirinto de espelhos para conseguir ler o poema, que está ao contrário, é uma experiência. ler um livro com os poemas de fernando pessoa é interessante. sentar numa mesa enorme, com uns 30 livros dele para olhar, trocar com a pessoa do lado, dar a volta na mesa, pegar outro e perder a noção do tempo ali é... uma experiência. bingo. moral da história: mais experiências. tá?

e para terminar, vou dar uma volta pelo shopping, ver se eu encontro um banho de espuma cheirando a álvaro de campos ou um sabonete estilo alberto caeiro. 

e vai que essa moda pega?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

a gi tem um blog.

a gi agora tem um blog, eu adorei. começou muito bem, com um texto maravilhoso. leia aqui.

(...)

"São muitas as mulheres que pertencem a esta classe, mulheres diferenciadas por potencial, ambição e inteligência, que buscam algo a mais, quase sempre sem saber exatamente o que é."

o texto é maravilhoso. as essa parte em especial me inspira. sim, eu quero sempre mais. sempre foi assim. e quem não quiser, não concordar, ou achar que isso não serve, pode ficar no meio do caminho. sem problemas.

beijomeliga.

inspire-se.


"lutar pelo amor é bom
mas alcançá-lo sem luta é melhor ainda"
(shakespeare)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

encantamento.


como é linda a realidade.

simples assim.

a lu disse e eu adorei:
"eu não como nada que tenha mãe"

tipo batatinha quando nasce.

Amores são águas doces
Paixões são águas salgadas
Queria que a vida fosse
Essas águas misturadas

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

o que é incrível?


eu tenho mania de falar a palavra incrível. sempre. e aí hoje me questionaram sobre algum critério do que realmente é incrível. deve ser porque eu ando falando incrível pra muita coisa. ok. vamos lá. minha resposta foi alguma coisa do tipo: "incrível é alguma coisa que me faz muito feliz, que é cheia de vida, de energia, de coisas boas, de amizade, de crescimento. pode ser um café, pode ser um projeto super complicado. do mais sutil ao mais complexo, incrível é o que é meu no momento em que é." pronto, falei. 

mas eu não consigo ficar quieta. então tive que vir aqui super desabafar porque mil coisas passaram na minha cabeça depois de responder isso. vejamos.

a primeira coisa que eu pensei é a minha dificuldade em aceitar/gostar/querer/curtir/etc qualquer coisa mais ou menos. qualquer coisa mal resolvida, meia boca, sem atitude, com jeito de que tanto faz. nada tanto faz na minha vida. ou é incriível, ou é horrível. esses dias me disseram que eu sou muito crítica, e eu super concordo.  sem entrar muito numa discussão se isso é bom ou ruim, apenas é. mas o fato de categorizar as coisas em incríveis ou horríveis deve vir disso, do fato de eu ser super crítica. nada tanto faz, eu sempre vou ter uma opinião formada. mesmo que eu nem fale sobre isso (e na maioria das vezes eu não falo, simplesmente guardo como referência e aprendizado só pra mim).

dito isso, preciso me apegar a uma frase daquela descrição sobre o que é incrível, que é esta: incrível é o que é meu no momento em que é. nessa frase está todo meu aprendizado desses últimos tempos. parece fácil, sim. mas não é. buscar o que é nosso, tomar conta da própria vida, aprender a se responsabilizar por tudo e mais um pouco, enfim. isso é incrível. quando uma coisa é sua, muito sua, naquele momento específico. não adianta bater cabeça pra que ela seja sua no momento errado. e adianta menos ainda querer uma coisa que não é sua, e deixar de enxergar critérios sensatos do que é ou não seu. 

se você é sincero pra caramba consigo, sabe o que é pra você. então vamos jogar limpo, tá. desapegar do que você sabe que não é para você (= horrível) e super procurar crescer para que tudo, de um café a um projeto enorme, se torne na sua vida algo realmente incrível.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

fui dançar.

sim, acabei saindo para comprar aquelas novas sandálias de prata. e não voltei mais. fui dançar.

domingo, 30 de janeiro de 2011

vale a pena investir
em alguém
que não investe
em ninguém?

faz tempo que eu não falo de filmes.

é que na verdade eu não tenho visto muitos, mas vou aproveitar que não tenho muita coisa pra fazer nesse domingo e atualizar a lista. vamos lá. 


Going the distance (e algumas opiniões minhas sobre relacionamentos)
EUA, 2010
Sinceramente eu achei que seria mais um filme super clichê sobre amor e coisa e tal, e que no final os dois terminariam juntos. Sim e não. Eles terminam juntos, mas separados. Namorando e mantendo uma relação saudável, mas cada um na sua cidade, com o seu trabalho e as suas escolhas individuais. Muito legal sob vários aspectos: chega daquela anulação feminina por causa do tal do amor, que todo mundo vê e fica super feliz e sonhando que aconteça consigo, mas que na prática só as mulheres muito fraquinhas é que aceitam. E uma coisa muito legal é a amizade dos dois. Isso, ser amigo do seu namorado ou da sua namorada. Jogar junto, sair pra dançar junto, sei lá. Eu canso um pouco dos relacionamentos em que a pessoa é uma quando está solteira e outra completamente diferente quando namora. Todo mundo poderia dizer que o carinha "é o maior festeiro, mas agora tá namorando". Que saco. Por que o cara não pode continuar sendo o maior festeiro? E namorar uma menina que seja a maior festeira também? E os dois vão fazer festa felizes para sempre. Voltando ao filme, tem vários diálogos divertidos e muito reais entre as meninas, que sempre acontecem assim e não há santo que mude isso na nossa existência nesse mundinho. Enfim, mais divertido, mais leve e mais legal do que eu esperava. E o mais importante: muito mais real e autêntico (bem como eu acredito que o amor deve ser).


Killers
EUA, 2010
Eu sabia que não deveria ter tirado este filme na locadora, mas tá, era sábado, eu estava sozinha e queria qualquer coisa que não fosse pesada. E aí foi totalmente ao contrário. Seguinte: se você consegue pegar um filme besta e ver sem se envolver ou pelo menos se questionar sobre a história, ok. Dá pra ver. Mas se você fica analisando, e se perguntando um milhão de coisas, como eu, melhor nem tirar. O resultado ao final é nulo. Você não aprendeu nada, não fez a menor diferença na sua vida. E nem dá pra dizer que foi bonitinho. Porque não foi. Fiquei revoltada, tá. Mas o filme é inútil, cheio de clichês que já são chatos por natureza e com mais uma dose extra de clichês femininos que a gente odeia. Que, por sinal, todo mundo deveria odiar. Mulher com medinho, mulher nervosinha, mulher neurótica, mulher chatinha preocupada com coisa sem sentido. Depois as mulheres ficam insuportáveis e as pessoas não sabem o motivo. Eu acho que alguns filmes ajudam muito. Nem sei se vale a pena contar a história do filme. Nem o fato do começo do filme ser em Nice salva alguma coisa. Droga.


He's Just Not That Into You (e mais algumas opiniões sobre relacionamentos)
EUA, 2009
O cara pega o seu telefone, e não liga. Você está há duas horas olhando para o telefone (como se olhar pro telefone fizesse ele tocar), e ele não toca. O cara está atrás de outra, mas poderia estar jogando futebol, se divertindo com os amigos, dormindo ou simplesmente sem fazer nada. E ainda assim não pensando em você. E você estaria enlouquecida procurando o lugar onde vai ser o casamento de vocês. Você perdoaria coisas que o carinha nem fez (ainda), você entende qualquer desculpa dele (ou sua mesmo) para o fato de ele não ter ligado. Mas, meu amor, ele não quer mais falar com você. Ele não ligou PORQUE ELE NÃO QUER. Feito? Ok, back to the movie again. São vários casinhos de dores e amores bem e mal sucedidos, mas que, para mim, traduzem muita coisa sobre os relacionamentos que estamos tendo principalmente nesses últimos tempos aí. Começa porque o mundo muda quando a gente conhece alguém. Mulheres são rainhas disso. Deixam de fazer qualquer coisa porque conheceram alguém especial, mesmo sem ter meia dúzia de motivos para dizer porque essa pessoa é especial. Volto ao discurso de que o cara continua a vida dele como se nada tivesse acontecido, vivendo e aproveitando as coisas que ele gosta (e se você não for uma chata nota dez, vai entrar na lista das coisas que ele gosta, mas não vai se tornar a única coisa na vida dele, tá?), e as mulheres surtadas perdendo tempo na vida porque agora há a perspectiva de arrumar um namorado. Deixam de sair com as amigas e com os amigos, desmarcam os compromissos porque vai que ele liga bem agora, esquecem que o mundo é mundo e aí... vivem por causa do cara. E sob pressão... ele some!!! Receita que sempre dá certo. Quer fazer um cara sumir? Pressione-o. Para qualquer coisa. Pra se arrumar mais rápido, pra não deixar toalha molhada em cima da cama, pra namorar você, pra casar com você. Ele some na hora. E agora que você não tem mais nada na sua vida, porque a sua vida era ele, minha filha, f****. Hora de recomeçar. E parece que isso se repete. Sempre ilusão e recomeço, a vida toda. Esquece isso. Chega. Faça a sua vida valer a pena sozinha, faça as coisas que você quer e aí, independente, linda, feliz e realizada, você vai se interessar pelas pessoas que têm mais a ver com esse seu jeito de ser. Leve, de bem com a vida e sem precisar de ninguém para ser você mesma. 

mesmo que...


mesmo que pareça, às vezes não é.
e você tem que recolher seus sentimentos,
respirar fundo,
e sair de cena.

tão leve quanto entrou,
com toda serenidade de quem esteve ali.

sábado, 29 de janeiro de 2011

App Sonho de Valsa e etc.

Quem me conhece bem sabe que eu ando estudando - e muuuuito - as mídias sociais, comportamentos de consumo desse pessoal que anda pela tal da web 3.0, o que as marcas têm feito nesse universo digital e por aí vai. Depois de ir a São Paulo para um curso na ESPM, onde vi muitos cases, muitas ideias, algumas críticas e muitas novidades, voltei para estudar mais ainda algumas coisinhas especiais. 

E aí resolvi compartilhar aqui a historinha de uma marca que está sabendo lidar muito bem essa revolução tecnológica de interação das pessoas com as empresas através da internet (e aqui leia-se internet mobile também, tá?). Coca-cola? Sim. Provável, ok. Nike, Burguer King, sim, ok de novo. Mas quem andou me chamando a atenção foi o Sonho de Valsa. Sabe? Aquele bombom com uma embalagem super brega cor de rosa? Esse mesmo. 

Primeiro eles fizeram um site incrível, que é este aqui: 


Impressionante a quantidade de coisas que dá pra fazer nesse site. A gente chega a esquecer que é o site de um bombom! Gente, pensa bem. Um bombom que está à venda desde a época em que o homem inventou a roda, pelo que eu me lembro, tem em tudo que é lugar e custa em média 80 centavos. Imagina se alguém tivesse dito: "mas a gente já vende bastante bombom, para que tudo isso?", ou então "isso vai aumentar nossas vendas? hein? hein? heeeein?". 

Eles misturaram um monte de coisa que dá certo: frases de efeito, dicas para apaixonados, promoções deliciosas, escritores da moda, aplicativos divertidos, quizz que a gente sempre diz que não gosta mas sempre acaba respondendo...E ainda por cima tem um link que dá ideias para usar Sonho de Valsa no seu casamento! Gente, para tudo. Sonho de Valsa nunca foi bombom de casamento. Eles querem um novo posicionamento para a marca. Vocês conseguem perceber o potencial de um site, de um blog, de uma plataforma de mídia social quando bem utilizados? É isso. Bingo. Agora você vai comer Sonho de Valsa no casamento da sua prima mais chique, tá? 

Além disso, agora eles têm aplicativos para iphone e facebook. Bingo de novo. O carinha te dá um fora e você tá mal pra caramba. Abre o aplicativo no seu iphone e o aplicativo diz:


Tá, não resolve a vida. Mas pelo menos ajuda a rir. Então você se pega nessa situação: a marca está te proporcionando experiências. Você vai rir, vai mandar para alguém, vai pedir mais umas sete dicas seguidas depois dessa, esperando que o iphone diga: "´Colega, ele vai voltar pra você, tá?"

Então é assim: RELACIONAMENTO. Isso tudo é relacionamento. É espalhar a sua marca em coisas que não tem nada a ver com ela, entrar na mente do seu consumidor e virar um vírus na vida dele. Que se espalha por onde ele menos percebe. E quando ele entrar na padaria mais próxima, em vez de comprar qualquer outro chocolate, eu aposto que ele vai pelo menos pensar no seu Sonho de Valsa.

Agora duas coisas que me fazem pensar... 

Se o Sonho de Valsa tivesse criado um site com receitinhas e cia, será que teria tido o mesmo sucesso? Eu acho que seria clichê demais, chato demais, provável demais. What about?

O que a gente você tá fazendo aí parado que não tá pelo menos lendo sobre esse assunto????

Te vira, colega. Seja o primeiro na sua empresa a pensar nisso, pergunte, questione. Não é uma modinha, é uma mudança que aconteceu na vida de todo mundo. Tá?

E se alguém gostou disso aqui, please let me know. Daí começo a postar mais a respeito.

minha vida vai me levar.


ando deixando os textos pela metade, meio sem resposta de mim para mim. ando ficando com dúvidas, mas ando percebendo ao mesmo tempo que às vezes é melhor deixar uma dúvida de lado que procurar uma certeza irreal. eu ando de um lado pro outro, agora sem saber por onde eu tenho que andar. tem vezes que a gente se apega tanto a alguém, a uma ideia, a um momento, a uma esperança, que simplesmente deixa todo o resto ir embora. mesmo que estejam indo embora pessoas mais especiais, ideias mais geniais, momentos mais incríveis e esperanças mais reais. 

então agora fico pela metade, aqui neste texto também. prefiro organizar a casa, dormir mais cedo, acordar mais tarde, parar de pensar. existe uma diferença entre deixar a vida me levar e deixar a minha vida me levar.